29 abril 2014
Tinhas olhos sinceros,
do tipo raro,
que nunca se vêem em ninguém.
E esses abraços
Que inundavam e enchiam o coração
Só existiam para mim.
Não acabou, não vai acabar
as memórias sempre existiram
para renascerem uma vez por outra.
Porque amanhã, ou talvez um dia,
estarei eu aqui para te abraçar.
Pararemos para analisar
a simetria dos nossos corpos
e a curva dos nossos lábios.
Um dia, talvez,
Voltaremos à vida que abandonamos.
E se a razão,
ou a falta dela
ainda estiver à nossa espera
Abriremos as asas
para ela, para nós...
Num Universo que não existe,
Espero por ti, sempre.
As coisas não acontecem só em sonhos,
nem ao acaso, por acaso...
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